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Vem aí a FESTA DE SÃO SEBASTIÃO - 150 anos!

De 11 a 20 de Janeiro! Atenção para a programação da novena:

 

-Dia 11 (terça-feira) – 19:30h: Comunidade São Jorge

-Dia 12 (quarta-feira) – 19:30h: Comunidade Santa Rita

-Dia 13 (quinta-feira) – 19:30h: Comunidade NSra Medianeira

-Dia 14 (sexta-feira) – 19:30h: Comunidade Sagrado Coração de Jesus

-Dia 15 (sábado) – 19:30h: Comunidade Nsra Aparecida

-Dia 16 (domingo) – 19:00h: Comunidade São Vicente

-Dia 17 (segunda-feira) – 19:00h: Comunidade São José

-Dia 18 (terça-feira) – 19:00h: Comunidade Santo Antônio

-Dia 19 (quarta-feira) – 19:30h: Comunidade Nsra do Perpétuo Socorro

 

-Dia 15 (sábado) Festa do milho em frente a Matriz!

 

-No dia 20 (quinta-feira dia do Padroeiro São Sebastião:

09:00h- Haverá a Carreata saindo do trevo do Peixe em direção a Igreja Matriz onde haverá a benção dos veículos.

17:00h- Procissão Fluvial nas águas do Rio Paranapanema, em seguida missa na igreja matriz. Após a Santa Missa, grandiosa quermesse!

 

FESTEIROS DE 2011:

-Adilson Donizetti Cipriano e Luzia Helena Fonseca Cipriano

-Affonso Celso Negrão Filho e Rosemere Vieira Negrão

-André Constantino Monteiro Florenzano e Eliana Cristina Barreto Florenzano

-Antonio Ciro Venturelli e Noeli Alves Rodrigues Venturelli

-Jean Marcel Cordeiro Carriel e Marislene Cristina Petrini

-José Eduardo Pozza e Marilda B. Napolitano Pozza

-Lair Antonio Azevedo Silva e Elinah Laino Zampieri Azevedo Silva

-Luiz Donizeti Amaral Sanches e Nilza B. da Silva Sanches

-Sebastião Oscar Galhardo e Matilde R. Nogueira Galhardo

 

 

História de São Sebastião

 

São Sebastião, há muito tempo, é popularmente venerado em todo o mundo..

No que diz respeito à sua vida, pouco sabemos, porém, de sua entrada na carreira militar até o martírio, possuímos riquezas históricas.

Militar exemplar em Milão, Sebastião buscava sempre levar as pessoas para o Deus Verdadeiro; chegou rapidamente ao posto de capitão da guarda do Imperador, até ser denunciado como cristão. Quando o Imperador Diocleciano – promotor de uma das mais terríveis perseguições contra o Cristianismo – soube que este santo seguia a Jesus de Nazaré, usou de ameaças para que ele abandonasse a fé. Mas ele permaneceu fiel a Cristo e à Igreja, por isso desprezou tudo –até a própria vida! – para não perdeu o Tudo: Jesus Cristo. Foi tirado do seu posto e entregue a um pelotão de soldados que o despiram, amarraram a uma árvore, acertaram todo o seu corpo com flechas, a ponto de abandoná-lo lá, julgando-o morto. Na noite, chegou Irene para tirar o corpo do corajoso e santo soldado de Cristo, encontrando-o, felizmente, com vida.

Depois de se recuperar, São Sebastião cheio do Espírito Santo, procurou o Imperador para reprovar sua atitude injusta para com os cristãos, sendo novamente preso e condenado. Em 284, sofreu foi martirizado com pauladas e boladas de chumbo, ao que ele resistiu brava e santamente, cujo testemunho influenciou na conversão do governador e de seu filho.


São Sebastião, rogai por nós!

 

Paróquia São Sebastião

 

Com as doações das famílias Arrudas, Graciano e Faustino (1859), assim foi fundado o patrimônio a que foi dado o nome de São Sebastião, uma honra do santo de quem provavelmente era devota a família Arruda, tanto que trouxera consigo um imagem esculpida em madeira, e que ainda hoje existe na Matriz local.
 

Como havia outras localidades chamadas de São Sebastião, apelidaram a nossa de "São Sebastião do Tijuco Preto", pela razão de existir aqui esse "tijuco preto" em quantidade. Só mais tarde recebeu o nome atual de Piraju, assim vindo a ser chamado por ser este o nome que os indígenas davam ao peixe "dourado" que abundava no rio, sendo em breve oficializado.
 

A primeira construção do recém-fundado patrimônio foi uma capela. Era bem rústica inicialmente - um simples rancho coberto de taquaras. Achava-se, aproximadamente, na atual Esaldivar Serra Braga em frente à Praça Joaquim A. Arruda (brasilinha) e o primeiro cemitério ficava ao seu lado.

 

A primeira missa foi rezada no dia de São Sebastião, 20 de janeiro, e a lógica nos diz que isto aconteceu no ano de 1861, sendo oficiante o Frei José Loro, de Itaporanga.

Essa igreja-rancho continha algumas pequenas imagens e nela achava-se colocada a imagem de São Sebastião que, segundo relato, foi pelos membros dessa família encontrado no aldeiamento dos índios que se achava nas proximidades do novo Patrimônio e trocada por ferramentas e objetos de utilidade, entretanto alguns elementos menos pacíficos da tribo não concordaram com a troca e vieram buscar o santo de novo.
Os brancos tomaram o caso a peito e foram exigir a devolução, retomando a imagem quase à força.

Mais tarde, foi construída outra capela, um pouco abaixo da Matriz atual, e era bastante tosca, com esteios nos cantos, grossos baldrames de madeira lavrada e parte de paredes de tijolos e parte de barro. A construção desta segunda igreja foi terminada em 1866.
Somente seis anos depois de construída, tornou-se Igreja Matriz a segunda capela de São Sebastião do Tijuco Preto. Assim, em 29 de agosto de 1872, por determinação do Bispo Diocesano de São Paulo, deu-se a criação da Paróquia de São Sebastião do Tijuco Preto.
 

O primeiro padre, Pedro Gaggino de Montaldo, dirigiu os destinos da Paróquia por 22 anos.


No ano de 1900, foi iniciada a construção da terceira igreja, já um edifício majestoso, com torre e que foi terminada em 1906, durante o paroquiato do Pe. Zacharias Gióia.

Em 1924 foi iniciada a reforma com a ampliação das naves e que prosseguiu até meados do século.
 

Ao compor-mos a história da nossa Paróquia, achamos oportuno lembrar que até o ano de 1907, ela pertenceu à Diocese de São Paulo, quando D. Duarte Leopoldo e Silva criou várias Dioceses novas, e entre elas a de Botucatu.



 


 

 

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